O Atleta e o seu espaço

Neste artigo foca-se a relação do atleta com o espaço onde actua e as influências que sofre do mesmo, numa perspectiva de espaço de competição mas também de espaço de preparação para a prova.

Inclui-se opiniões obtidas em entrevista com as arquitectas Alexandra Morgado e Helena Carqueijeiro da PlanKi.

VER COMPLETO | FAZER DOWNLOAD |

 
 

A SUSTENTABILIDADE EXPLICADA

Para melhor compreensão do conceito de sustentabilidade no desporto e na organização de eventos desportivos é necessário perceber à partida os 3 vectores que compõe todo o processo - Sociedade, Ecologia e Economia - bem como as relações que se estabelecem entre estes.

  

| VER COMPLETO |

O que é um plano estratégico para um clube desportivo?

Um planeamento estratégico é um processo de gestão definido num documento estruturado onde é feita uma análise da realidade histórica e actual de uma determinada organização (interna e externamente), e, com base nessa análise e nos objectivos delineados, se propõe um conjunto de estratégias e programas de acção que, a serem implementados com as directrizes indicadas, conduzem a organização à consecução dos objectivos delineados.

| VER COMPLETO |

 

Sinais de Catástrofe

A primeira década do século XXI revelou um conjunto de estados da natureza e situações “latentes” que, embora à vista de todos, a Humanidade recusava admitir poderem vir a ocorrer.

Os economistas e gestores não liam convenientemente os sinais que se iam evidenciando e acumulando por toda a parte porque dava jeito não se incomodarem com coisas que só poderiam ocorrer, hipotética, estatística e probabilisticamente, em previsões e ensaios de hipóteses com alargados e virtuais intervalos de confiança que, na prática, não serviam para nada.

E de glorificação em glorificação das inovações e formas de engenharia financeiras e tecnológicas ninguém se perguntou se os toques de Midas que transformam números em números criam de facto riqueza e se essa riqueza interessa mesmo às pessoas e se as pessoas, o mercado, teve consciência do risco que traz a mudança instantânea da “forma” duma coisa (leia-se conversão especulativa de um valor de uma coisa noutro valor muito diferente) sem criar riqueza.

Se assumirmos igualmente que a Humanidade habita no Planeta Terra e tem ao seu alcance recursos muito limitados que têm que ser geridos parcimoniosamente, os comportamentos e atitudes arbitrárias desses especuladores anti-sociais são no mínimo insultuosos para a maioria das vítimas que somos todos nós.

Mas, o que é facto é que os economistas e gestores que viram os sinais nada fizeram e, agora, é evidente que a chamada globalização, contaminadora e pandémica, nada tem de bom a menos que sejam criadas normas, ou regulação, que a controle.

Por outro lado, a realidade económica actual diz-nos que as teorias económicas tradicionais não servem para nada, sendo absolutamente indispensável revê-las de alto a baixo.

Países houve que foram abalados nos seus alicerces económicos e financeiros pelo estalar da crise que se adivinhava e pressentia pelos sinais preocupantes de venalidade, egocentrismo e falta de ética dos políticos, gestores, consultores e operadores, verificados nos negócios económicos e financeiros, dentro e fora das bolsas, designadamente na gestão de fundos e nos sectores bancário e predial.

O mais grave é que, sobretudo nos Estados Unidos da América, as más práticas sociais no campo financeiro tendiam a generalizar-se à maioria da população, que achava normal a especulação e a venalidade desenfreadas.

A agravar esta situação, o chamado fenómeno da deslocalização das actividades económicas dos países capitalistas ocidentais detentores dos meios de produção para os países de baixos salários, designadamente para a China, Índia, Turquia e Indonésia, por exemplo, veio, na prática, entregar à China não só os meios de produção como também a titularidade do crédito externo (veja-se a enorme dívida externa dos E. U. A. à China).

Que capitalistas nos saíram os norte-americanos que estão a entregar ao Partido Comunista Chinês o controle das suas vidas!

A continuar assim, tempo chegará em que os países ocidentais mendigarão à China, à Índia, à Rússia, ao Brasil, à Turquia, etc., a transferência de alguns meios de produção para o seu território para absorver as massas populares famintas e desempregadas!

Independentemente desse facto, os ministros das finanças dos países ocidentais deixaram de ter perspectivas estratégicas dinâmicas para os orçamentos nacionais convertendo-se, confortavelmente, em tesoureiros de crise, que cortam na despesa para apenas não exceder a receita.

Simples e confortável. As oposições limitam-se assim a meter a mão no orçamento para sabotar esse equilíbrio fácil e tentar outro equilíbrio igualmente fácil mas mais ingerível pelo partido do poder.

E ninguém vê o óbvio que é adiar a inevitável redefinição global das estratégias comunitárias e nacionais e a tomada de medidas excepcionais sobre a requalificação e reorientação do uso e da transferência de meios de produção de modo a que, a prazo, sejam garantidos os postos de trabalho nos respectivos países.

É que não percebo muito bem como é que as famílias vão viver nos países “deslocalizados” ocidentais com o trabalho e rendimento obtidos pelas famílias dos países emergentes.

Será que os Estados Unidos da América e a União Europeia querem falir?

 

 

 

Prof. Orlando Brogueira Rolo
Licenciado em Economia - ISEG
Mestre em Gestão e Estratégia Industrial - ISEG
Investigador na Área de Economía Financiera y Contabilidad - UNEX (Espanha)
Docente do ISCAL-IPL
Membro da Ordem dos Economistas

 

Vale a pena pensar nisto...

“Conventional marketing wisdom long held that a dissatisfied customer tells 10 people. But… in the new age of social media, he or she has the tools to tell 10 million.”

Paul Gillin, author of The New Influencers